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Edição de 03-02-2010

Arquivo: Edição de 30-07-2008

SECÇÃO: Guarda

Dividas não param de chegar

Anteriores direcções da AAG “roubaram” os estudantes

A situação financeira da Associação Académica da Guarda ainda não está sanada, longe disso, apesar de já muitas contas, alegadamente deixadas pelas anteriores direcções, terem vindo a ser pagas.

Marco Loureiro acusa que, ainda hoje, vem recebendo dívidas de direcções anteriores “todos os dias recebo contas para pagar” e a última foi mesmo da FNAES Federaçao Nacional de Associaçoes do Ensino Superior, de 2005, e deve ir para Tribunal. Uma dívida de 400 euros que, segundo documentação conhecida, o antigo presidente da AAG assumiu pagar, mas depois não cumpriu o assumido.

A actual dívida da Associação Académica da Guarda é de 36 mil euros, já sem contabilizar os 10 mil, de uma factura à TMN, e que Marco Loureiro procura poder responsabilizar aos autores, pois considera “inadmissível” ir a tribunal responder por actos “criminosos”, cometidos, segundo este, por Sérgio Pinto e Roberto Salazar. Ainda sobre estes, lamenta que tenham uma vida profissional “tão boa” quando “foram uns gatunos, roubaram toda a gente”. “O dinheiro era para ser investido, não era para ir para o bolso das pessoas”, reafirma.

Até ao momento, a AAG já pagou parte da fatia das dívidas existentes, ou seja, perto de sete mil euros, e vai continuar a procurar saldar o restante, dizendo “estamos a fazer o melhor trabalho de sempre. Somos os únicos em 20 anos que vamos deixar aqui uma verdadeira Associação Académica”.

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